Mês Diocesano do Dízimo 2017 – Faça o Download do Cartaz e Texto Base

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Você pode fazer o download do Cartaz do Mês Diocesano do Dízimo no formato de imagem (JPG e PDF), além do texto base.

 
Veja os materiais abaixo:

Mês do Dizimo - Materiais
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Roteiro Celebrativo - Mês do Dízimo

Texto Base - Mês do Dízimo

Cartaz - Mês do Dízimo - JPG

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Tema “Dízimo: gesto de oração”

Lema: “Glorifica o Senhor com generosidade e não negues as primícias de tuas mãos” (Eclo 35,10)

Com o tema “Dízimo: gesto de oração”, a Pastoral Diocesana do Dízimo lança mais uma edição do Mês Diocesano do Dízimo. O tema deste ano, para essa campanha realizada no mês de julho em toda a Diocese de Taubaté, traz para nossa reflexão a dimensão espiritual da prática de contribuir com o dízimo a fim de sustentar a Igreja, sua ação pastoral e sua missão de evangelizar. Uma passagem bíblica nos servirá de lema norteador: “Glorifica o Senhor com generosidade e não negues as primícias de tuas mãos” (Eclo 35,10).

O primeiro ponto a se ressaltar é o vínculo existente entre dízimo e a celebração. Daí orientarmos que o dízimo seja sempre ofertado dentro da missa, pois se trata de uma oblata. De fato, dar o dízimo não é simplesmente um ato de doação ou de contribuição, é verdadeiramente um gesto de oração. É oração de louvor e de agradecimento quando retribuimos generozamente a graça recebida de Deus.

Quando é que rezamos? A oração do cristão é a sua vida vivida diante de Deus, como salienta o Apóstolo Paulo: “Em suma: quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1Cor 10,31). Se estiver na graça de Deus, todo momento do cristão é tempo de oração. Mas na vida do cristão existem aqueles momentos especiais de oração, de colocar-se diante Dele para falar com Ele, pessoalmente ou na comunidade reunida em seu nome. Esse é o tempo que damos a Deus. A Ele pertence.

Assim também, do que recebo de Deus, na verdade, tudo a Ele pertence. É cem por cento Dele. Ele é que me concede generosamente, provendo minhas necessidades materiais. Devolver uma parte, o dízimo, é dar um pouco do tudo que Ele me deu. Essa parte já não me pertence mais, nem mesmo posso decidir sobre seu destino. Devo entregar essa parte para a Igreja, porque ela é a comunidade dos filhos de Deus. E será a comunidade, através de seus organismos, como o padre e seus conselhos, mais propriamente o CAEP (Conselho Administrativo Econômico Paroquial), que definirá onde, quando, quanto e como o dízimo será empregado. Claro, sabemos de antemão que nossa contribuição será sempre investida nastarefas que a Igreja tem para desempenhar: manter o culto, promover as pastorais e as missões, socorrer os necessitados, criar espaços para reunir os fiéis, sustentar o clero… Enfim, dar condições para que sejam cumpridas todas asquelas finalidades para as quais a Igreja existe e, portanto, para o qual o Dízimo foi instituido.

É a partir de um documento da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), intitulado “O dízimo na comunidade de fé: orientações e propostas” (documentos da CNBB 106) que entendemos a natureza do dízimo. “O dízimo é uma contribuição sistemática e periódica dos fiéis, por meio da qual cada comunidade assume corresponsavelmente sua sustentação e a da Igreja”, define o documento em seu número 6.

Por isso, o dízimo não é uma doação, nem uma oferta. Não é esmola, não é um imposto, não é taxa. O Dízimo é entrega, é partilha, é participação na missão da Igreja. Doações e ofertas fazem-se para atender uma necessidade específica e anunciada. Coisa muito importante, a saber, ensinado pelo Documento 106 da CNBB é que o dízimo é paroquial.“Sua contribuição se faz na sede da paróquia, na comunidade ou setor da paróquia em que o fiel participa”, logo se entende que, “o dízimo se distingue de doações feitas a outros tipos de comunidade, associações, meios de comunicação e entidades beneficentes”, afirma o documento no número 49. Então, doações são direcionadas para um fim específico para o qual a pessoa decidi contribuir por si mesma. Já o Dízimo deve ser dado na Paróquia onde o fiel frequenta as celebrações. É sua contribuição para a manutenção de sua comunidade. Assim, o Dízimo é uma contribuição mensal. Ele é frequente e local.

O dízimo é oração, porque gesto de louvor diante de Deus e dos irmãos. É missão, é entrega, é comunhão.Temos então, os fundamentos da Espiritualidade do Dízimo. Como a caridade não é um gesto esporádico, que se faz de vez em quando, antes, é uma virtude caracteríscia do ser cristão, o dízimo é contribuição sistemática assim como a oração é uma constante na vida. Uma marca registrada do cristão. Deste modo, ensinam os nossos bispos que o dízimo implica inserção comunitária, pois “promove-se o dízimo cultivando-se a fé. A experiência do dízimo cresce conjuntamente com a qualidade da vida cristã, principalmente de seu aspecto comunitário” (Documento 106, n. 75). O dízimo “decorre da experiência de Deus na vida cristã” (idem, n. 83).E isso precisa ser recordado sempre.

Equipe Diocesana Pastoral do Dízimo

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